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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Águas Claras - Chapada Diamantina - BA

Se o ponto de partida for a vila, essa é uma das trilhas mais longas, fica entre o vale do Capão e a cidade de Lençóis. Partindo de Caeté-Açú deve-se andar até os Campos e seguir mais uns dez minutos, na estrada há uma entrada a direita (sentido Caeté-Açú/Palmeiras), deve-se entrar e seguir. É possível ir de carro até a entrada da trilha sinalizada pela placa, mas algumas partes tem o solo bem irregular então não é todo carro que passa. Da placa até Águas Claras leva-se cerca de duas horas, a trilha é facilmente acompanhada pelo mapa. Em um ponto logo no começo há uma bifurcação, deve-se seguir à direita e não seguir direto, (facilmente verificado no mapa, depois vou olhar o mapa e ver o numero do ponto da trilha e por aqui pra facilitar).
Apesar de longa, essa foi uma das trilhas mais gostosas que eu fiz, o visual é perfeito. Esta trilha também leva a entrada do Pai Inácio, Morrão e a cidade de Lençóis.
Passamos bem pertinho do Morrão, a vontade que dá é subi-lo, mas infelizmente, não o fiz. Depois que passa o morrão, já está bem pertinho de chegar em Águas claras.
( Morrão bem de pertinho)
( Caminho )
( Poço antes das quedas d´água )
( Foto da maior queda de águas claras, foto disponível em:
http://www.guiachapadadiamantina.com.br )

O local é estreitinho e bem aconchegante, há essa primeira queda que forma um poço geladinho e convidativo ao banho, segue-se mais algumas quedas até um segundo poço, que não é tão convidativo assim.
Há uns buracos nas pedras formados pelo fluxo da água, são bem legais e curiosos, algumas pessoas entram e se banham e tiram fotos, eu não tive coragem de por os pés la dentro, só me sentei na pedra para uma foto rápida. ( É um ótimo esconderijo para bichos)
O local é extremamente lindo, a água é bem gelada mas ainda assim banhar-se nela é revigorante. Algumas pessoas acampam por lá, pertinho do rio. Sem dúvida o céu à noite deve ser um maravilhoso presente aos olhos.
Na volta procure não sair muito além das 16:00 hs, para evitar de andar na trilha à noite, pois como ela é meio longa, o sol pode se por  com você pelo caminho, a menos que você já conheça o local, ou esteja preparado para andar à noite. No mais, leve sempre água e comida suficiente, se proteja do sol, carregue todo seu lixo e boa trilha.










sábado, 2 de fevereiro de 2013

Riachinho - Chapada Diamantina - BA

Está é uma das poucas trilhas em que se pode descer do carro e andar pouco, neste caso, quase nada. A queda d'água conhecida como riachinho está localizada na estrada de terra que liga Palmeiras a vila Caeté-Açú. Há uma placa sinalizando a entrada, é logo depois de uma ponte (sentido Caeté-Açú/Palmeiras). Se vier a pé da vila, a caminhada é de cerca de 90 minutos.
A descida para ter acesso ao poço é um pouco íngreme, há de se ter bastante atenção para não cair.
( Foto retirada da internet ) Riachinho em época de cheia

Quando eu estive por la era época de seca, a queda d'água estava bem singela, mas ainda assim, maravilhosa. O poço que a queda forma não é um pouco fundo, mas como não é muito amplo, dá pra nadar de margem a margem sem problemas.
Época de seca

Vista do Poço

Além de tudo a vista que se tem olhando em direção a continuidade do rio é maravilhosa, pura natureza, pura beleza, pura lindeza. Há vendedores na entrada da trilha, água, suco, refrigerante, geladinho e lanches à venda. Trilha altamente recomendada, não esqueça de levar consigo seu lixo, tenhas os cuidados de sempre e boa trilha.



quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Poço Angélicas e Cachoeira da Purificação - BA

Esta trilha inicia-se na Vila do Bomba ( pequeno aglomerado de casas perto no Vale do Capão), após a travessia do rio.
A trilha é bem fácil e curta, leva cerca de 30 minutos até chegar ao poço Angélica, uma porção de água cercada de vegetação natural de um lado e pedras do outro, não cheguei a me banhar nele então não sei a profundidade, mas parece raso e tranquilo.

A trilha continua em direção à Cachoeira da Purificação, após uma caminhada de menos de cinco minutos deve-se cruzar o rio para seguir a trilha, então fique de olho para avistar a trilha do outro lado.

Do início da trilha até chegar à cachoeira leva-se cerca de 45 minutos a 1 hora, dependendo do seu ritmo, a trilha é marcada, mas como a vegetação é alta, preste bem atenção no caminho para não se confundir.
Chegando na cachoeira tem umas pequenas quedas d'água que criam um visual muito legal.
Subindo as pedras e voilá, Cachoeira da purificação. O visual é lindo, o  poço é cercado de pedras e vegetação, a queda da cachoeira parece vir de um buraco na pedra. Quando eu fui era tempo de seca na Chapada, então o fluxo de água caindo era pouco, o que não diminuiu em nada a sua beleza. 
A água é bem gelada, uma dica: prefira ir pela manhã porque como o poço é cercado de pedra, paredão e subida (continuidade da trilha) o sol somente incide no local quando está alto no céu, ou seja, por volta de 11 a 13 horas, e o sol ajuda muito quando você sai da água gelada tiritando. Olha a minha cara de quem não está com frio (risos).
Para quem queira, se continuar subindo trilha a cima tem o poço das fadas, poço dos duendes e mais algumas quedas d'água, entretanto eu não fui dessa vez, irei conhecer em breve.
Recomendo esta trilha devido a sua beleza, aliás como tudo na chapada. Tenha sempre atenção com você e suas coisas, tente causar o menor impacto possível no ambiente e boa trilha.


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Cachoeirão - BA

(Trilha feita por baixo)

Partindo da "escola" ou Camping de Dona Véa, a caminhada até o Cachoeirão leva cerca de uma hora e meia, duas horas, dependendo do seu ritmo. A trilha não é difícil, poucas subidas e descidas, somente a descida até o rio é bastante vertical e cansativa. Como a descida já está bem perto do rio o clima é bastante úmido e a presença de limo nas pedras é considerável, então cuidado onde pisa.
Depois da descida a caminhada continua pelo meio do rio, pulando de pedra em pedra. Em alguns trechos a trilha é bastante confusa e difícil, pelo meio do rio existem pedras enormes que impossibilitam a passagem, então a solução é ir pela beirada do rio, algumas partes tem trilhas marcadas, outras não. É só seguir em frente sempre, eu sinceramente pensei que estava perdida, mas no fim deu tudo certo, na dúvida olhe sempre para frente, o destino da trilha é o fim do vale, um cânion cercado de grandes árvores.
Vista de baixo das grandes pedras existentes pelo caminho.
Bom, a caminhada é um pouco cansativa, nem tanto pela distância e sim pela dificuldade da trilha, desce pedra, sobe pedra, salta, pula, se empendura. Mas o destino final compensa qualquer esforço.
No fim do vale está o Cachoeirão, que é a queda principal. Apesar do nome, não é uma queda d'água caudalosa, mas é extremamente linda. Devido à posição que ela se encontra, quando o sol está alto e incide sobre ela, os fios d'água ficam bem claros, quase brancos, parecem brilhar.
Existem outras quedas menores, fios d'água escorrem por vários lugares do cânion, mas nenhum é tão bonito quanto o Cachoeirão. Ele deságua nas pedras, a água escorre e forma um poço de águas escuras e muito gelada, porém muito convidativo.
No meio do poço existem pequenas pedras e uma pedra maior. Deitei nesta pedra e esqueci da vida, a intenção era ficar no Cachoeirão até as 13 ou 14 horas e retornar para prosseguir a travessia do vale, mas a beleza do lugar me absorveu de tal forma que fiquei ali o dia inteiro, boa parte dele deitada na pedra.
Fui conferir a queda do Cachoeirão bem de pertinho, a subida pelas pedras não é perigosa, só necessita muita atenção.
Passei um dia maravilhoso neste local, o silêncio, a paz, o isolamento traz uma sensação tão boa. Você olha os seus pés de bolhas e o estômago roncando, a cara descascando do sol. Nada disso importa diante da grandeza e da beleza deste lugar.
Para quem não curte muito a água gelada, a solução é banhar-se nas beiradas entres as pedras onde a cumula mais calor e a água é menos fria.
A volta se dá pelo mesmo caminho, se preferir deixe pequenas pilhas de pedras para marcar a trilha. Vale muito a pena conhecer este lugar. Não esqueça de levar protetor solar e comida. Tenha cuidado consigo, atenção onde pisa e boa trilha.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Vale do Patí - BA

O Vale do Patí é um lugar incrível, a travessia do vale leva em torno de quatro ou cinco dias dependendo do seu ritmo e do que você irá visitar pelo caminho.
Eu optei por sair do Vale do Capão em direção à cidade de Andaraí. Do capão até o início da trilha, o ideal é você pegar um mototáxi, leva cerca de 20 minutos e o valor que eles cobram é cerca de 12 reais. Chegando no Bomba você atravessa dois riozinhos rasos e voilá, o início da trilha.
Começa uma subida em direção aos Gerais do Vieira. A vista lá em cima é linda, infelizmente tava muito nublado e não pude fotografar. Uma dica importante, mantenha-se na trilha à direita para chegar até a subida do Quebra bunda, subindo chegarás ao Gerais do Rio Preto, a vista do Gerais do Vieira lá de cima é belíssima.
E continua uma longa e prazerosa caminhada, caminhei um dia inteiro e passei a noite no camping do Seu João. Paguei 12 reais pela estadia com banheiros, cozinha coletiva, uma venda, ele também disponibiliza quartos e colchões mas não sei os valores.
Uma coisa importante, a descida do Gerais do Rio Preto até o camping do Seu João se dá da seguinte forma, ou você vai pela trilha e anda um bocadinho e volta, ou você desce uma trilha pelo meio do morro conhecida como Rampa. A descia é extremamente íngreme, é preciso ter muito cuidado,as pedras estavam escorregadias, algumas bem altas, muitos galhos, enfim, se for por ai todo cuidado é pouco.
Essa é a vista de cima do Gerais do Rio Preto, o camping fica lá em baixo à esquerda da foto. A seguir, a foto da Rampa, fotografei de baixo para cima quando cheguei em terra, não procure enxergar trilha pelo meio das pedras porque não irá encontrar (risos).
Foi o dia mais cansativo para mim, estava toda dolorida, desanimada e faminta, nada que um banho gelado, uma boa refeição, um analgésico, uma boa massagem e uma noite de sono não resolvessem, ainda adormeci ao som da minha viola sendo tocada por terceiros.
No dia seguinte a caminhada continuou e no caminho tem a trilha para a Cachoeira dos Funis: http://meudiariodeviagens.blogspot.com/2012/02/cachoeira-dos-funis.html .
Após a cachoeira dos funis retornei à trilha principal, caminhei cerca de três horas até chegar num local chamado prefeitura, que é a casa de um nativo que também serve como Camping. Da prefeitura pode-se ver o Morro do Castelo de frente, infelizmente não fui até la. Não acampei na prefeitura, ainda era cedo e decidi adiantar a travessia. Caminhei por mais duas horas até a "Escola", onde tem a casa de mais um nativo, Dona Véa, uma senhora um pouco tímida e de poucas palavras, pode-se usar o banheiro e a cozinha da sua casa, o valor do Camping foi R$10,00, o rio passa pertinho da área da escola. Passei a noite ali, a vista do Vale era perfeita. A noite era de lua cheia e aquela imagem ficou tatuada em mim, para sempre.

No dia seguinte o destino foi o Cachoeirão. http://meudiariodeviagens.blogspot.com.br/2012/04/cachoeirao-ba.html
Após conhecer o Cachoeirão passei mais uma noite no camping, a lua estava ainda mais cheia e linda. Violão, fogueira, comida no fogo e paz no coração. Na manhã seguinte, continuei a travessia do vale. A caminhada segue pela esquerda do rio, la na frente tem o encontro de dois rios. Deve-se atravessar o rio pelas pedras, seguindo para a esquerda e seguir a trilha pelo mato. A caminhada é em direção à ladeira do Império.
Já era o ultimo dia de travessia, depois de subir a ladeira, a caminhada até a cidade de Andaraí ainda leva umas três ou quatro horas, não lembro ao certo. Na praça há um ponto de venda de passagem da empresa Àguia Branca, peguei ônibus de volta para Salvador as 20:00hs.
Foi uma experiência maravilhosa a travessia do vale, farei novamente, mas partindo de Andaraí para o Capão, passando por lugares diferentes.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Cachoeira dos Funis - BA

Localizada no Vale do Capão, a mais ou menos uma hora do Camping do Seu João ( Ruinha). A trilha para os Funis fica na trilha principal do Vale do Patí, é como se fosse um desvio, para continuar atravessando o vale deves voltar pela mesma trilha.
A Cachoeira dos Funis é um conjunto de três quedas que culmina num grande poço, mas eu só conheci uma das quedas. Foi o momento mais legal da travessia do Vale do Patí para mim, passei boa parte da manhã sentada nas pedras tocando violão, água gelada mas deliciosa e relaxante, além do visual maravilhoso.
Da trilha principal até o leito do rio leva cerca de meia hora, dai deve-se continuar a trilha por entre as pedras do rio, mas não é tão difícil não, há muitas pedras próximas umas das outras.
Tomar banho na queda é uma sensação maravilhosa, a pedra é escorregadia, deve-se ter cuidado ao subir e também tem pequenos sangue-sugas nas pedras, é bom prestar atenção.
Pretendo conhecer as outras quedas quando voltar lá, é um lugar muito legal. A trilha é tranquila e fácil, é so meter o pé na trilha e curtir o visual.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Rio Preto - Chapada Diamantina - BA

A trilha para o Rio preto é rápida. Partindo da vila leva-se em média uma hora, uma hora e meia dependendo do seu ritmo. A trilha é tranquila, no finalzinho, bem pertinho da chegada a descida fica um pouco íngreme, mas nada impossível de descer. O lugar é encantador, lajedo, pequenas quedas d'água, grandes pedras ao longo do curso do rio e um visual maravilhoso.
Eu não cheguei a caminhar muito rio à cima, o que há para ver são os pequenos poços que se formam, correnteza em alguns locais e minúsculas quedas entre as pedras. Sentei numa pedra e fiquei curtindo o visual e ouvindo o som da água rolando.
O maior poço que se forma é esse da próxima foto, é um pouco fundo e tem cerca de 10 metros de largura do lajedo até as pedras que barram a água.
Não tem muito o que dizer, a trilha é fácil de encontrar e de fácil acesso, o local é maravilhoso e não dá vontade de sair de lá. Use protetor solar e repelente, recolha todo o seu lixo e o lixo que eventualmente encontrar na trilha, preservar sempre. As quedas são um pouco forte, é um massagem e tanto, aproveitem. A água é um pouco gelada, mas ainda assim um banho no Rio Preto é energizante e relaxante.


terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Cachoeira da Fumaça - BA

(Trilha por cima)


Partindo do Vale do Capão, leva-se cerca de 20 minutos para chegar até o ponto de apoio da Trilha da Fumaça, onde você deve assinar seu nome e o horário da subida. Essa é a trilha da Fumaça por cima.


O início da trilha é um pouquinho puxado para quem ta fora de forma, cerca de 40 minutos de subida entre trilha de terra e pedras, mas depois da subida a caminhada pelo morro é tranquila.


A trilha é bem marcadinha, mesmo quem não conhece dificilmente se perderá. A depender do tempo a trilha pode estar seca ou molhada, tem um córrego no meio da trilha ai o jeito e passar por cima das pedras, há também uma corda para segurar.


O percurso todo até o mirante da Fumaça leva cerca de duas horas, duas horas e meia dependendo do seu ritmo. A Fumaça é a maior cachoeira com queda livre do Brasil, ficando atrás apenas da Cachoeira do El dorado (Amazonas). São 380 metros de queda d'água, a altura é tanta que a maior parte da água não chega ao poço, se espalha no ar dando a impressão de ser fumaça, daí o nome da cachoeira.


A melhor forma de enxergar o pequeno poço que a cachoeira forma la embaixo é se debruçando na prancha, mas é melhor ir se arrastando para evitar acidentes.


É uma sensação incrível ver o cânion e a queda lá de cima.. As vezes o rio fica tão seco que a queda some completamente e então é possível chegar até a ponta da desembocadura da cachoeira.


No início da trilha  (parte plana) tem uma vista bem legal da Vila de Caeté-açú e das estradas que levam a ele.

 Na volta não esqueça de passar no ponto de apoio novamente para assinar o horário de chegada, esse controle é necessário para ter certeza de que ninguém se perdeu lá por cima. Leve sempre água e algo para comer no caminho, sendo que lá em cima tem um carinha que vende água, refrigerante e pastel de palmito de jaca. Traga de volta todo lixo que produzir, cuidado onde pisa e boa trilha.

Vale do Capão - BA ( Caeté-Açú )

No Vale do Capão está localizada a vila de Caeté-Açú,  um lindíssimo lugarejo pertencente ao Município de Palmeiras, situado no Parque nacional da Chapada Diamantina. De Salvador até Palmeiras são cerca de 445 Km, paguei cerca de R$ 59,00 pela passagem, de Salvador até Palmeiras, a viagem dura cerca de 7 horas, a noite costuma ser mais rápido. Chegando em Palmeiras, deve-se pegar um carro até o Vale do Capão, a viagem até Caeté- Açú é 40 minutos, o valor da passagem é R$10,00.
Chegando na Vila você terá muitas opções de hospedagem, ao longo do percurso existem muitos campings e pousadas, o meu escolhido foi o "Camping do Seu Dai", a diária lá custa R$ 8,00, banheiro, cozinha coletiva, fica a cerca de 5 minutos do centro da vila.
A vila em si já é uma atração a parte, todo tipo de pessoa, de todos os lugares. O clima é maravilhoso, pacato, calmo, uma paz sem igual.
Tem mercado, escola, posto de saúde, bar, agência de turismo, lojinhas de artesanato, farmácia,  restaurantes, lojinhas de produtos naturais e um centro de terapia alternativa ( esqueci o nome).
O grande lance são as trilhas próximas ao Vale do Capão, locais incríveis. O bom é que dá pra conhecer tudo e fazer pouso no vale mesmo. 
Vista de cima do Vale do Capão
Trilhas:
Riachinho
Poço do Gavião
Conceição dos Gatos
Poço das Cobras

* Ainda não fiz todas as trilhas, mas em breve ponho os respectivos links aqui.