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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Seljalandsfoss - IS


Mais uma cachoeira linda da Islândia. Diferente da Skógafoss, nesta tinha muito vento e era bem frio. Está mais exposta e próxima da Ring road (1). A cachoeira tem uma queda de 60 m e é parte do rio Seljalands que tem sua origem na geleira do vulcão Eyjafjallajökull.
A paisagem é maravilhosa e os visitantes podem andar atrás das quedas em uma pequena caverna, deve-se tomar muito cuidado porque o chão fica bem úmido e com muita lama, mas não deixe isso te impedir de cruzar a parte de trás dela. A vista por detrás da cachoeira é incrível, porém, prepare-se para se molhar um pouquinho.

(Devido a umidade no ar ao redor, vários arco-iris aparecem)

No local há uma pequena cabana que vende souvenirs e bebidas e o estacionamento é pago. Guarde bem o seu ticket, pois as multas de trânsito são caríssimas na Islândia e pelas duvidas é melhor se prevenir.
(Tomando um cafezinho para esquentar)

Recentemente se cogitou construir um centro de visitantes no local com de 2000 metros quadrados e 8 metros de altura  perto da cachoeira, porém, o projeto provocou polêmica na Islândia em maio de 2017 e não saiu do papel. Os opositores dos planos argumentaram que o prédio estragaria a vista da cachoeira e interromperia a aparência natural da área.


Para chegar até a cachoeira o acesso é pela rodovia do anel (1). Não há nenhum desvio, exceto a própria entrada para a cachoeira que pode ser vista de longe na rodovia, do lado esquerdo se você estiver vindo de Reykjavik ou direito de estiver vindo de Vik. Está localizada a 121 km da capital pela Ring Road sentido Vìk ì Myrdal (Sudoeste). A distância da cachoeira até Vìk é de 60, 2 km (48 min) e no caminho está a cachoeira Skògafoss e o glaciar Solheimajokull.


Skógafoss - IS

É uma das maiores cachoeiras da Islândia com uma largura de 15 metros e uma queda de 60 m. Eu posso dizer, sem nenhum medo de ser injusta com as lindas paisagens de lá que, dentre as cachoeiras que eu conheci, essa é sem dúvida a mais bonita.



Está localizada na costa sul da Islandia e seu acesso é muito fácil pela rodovia do anel (1). Está a aproximadamente 148 km de Reykjavik e a 33,7 km de Vik í Myrdal.
Devido a grande quantidade de vazão de água por segundo, há sempre muito vapor d'água no local e quando aparece o sol muitos arco-iris se formam, rendendo ótimas memórias e lindas fotos.

XXX

Há uma lenda local que diz que o primeiro colono Viking na área, Þrasi Þórólfsson, enterrou um tesouro em uma caverna atrás da cachoeira. Certa vez habitantes do povoado de Skoogar encontraram um baú mas só conseguiram agarrar o anel do lado antes que ele "desaparecesse" novamente, o que reforçou a lenda. O anel foi supostamente dado à igreja local e está agora no museu Skógar.
Skógar, na verdade, é um "aglomerado" de casinhas que está a pouca distância da cachoeira e tem uma população aproximada de 25 habitantes. No local há uma hospedaria que recebe turistas o ano todo, já que a cachoeira é bastante visitada.

(Skógar)

A cachoeira foi o cenário para o clipeda banda Sólstafir, Fjara, do álbum Svartir Sandar em 2012. Também foi usada para as filmagens do filme da Marvel, "Thor: Omundo sombrio", bem como o filme "A vida secreta de Walter Mitty". Também aparece no filme "Dilwale com Shahrukh Khan e Kajol" (2015) do estudio Bollywood .
O videoclipe oficial de "I'll Show You" de Justin Bieber mostra lagoas glaciais e rios no sul da Islândia, incluindo a Skógafoss. E, por ultimo, na quinta temporada da série Vikings, o personagem Floki testemunha Skógafoss quando ele "descobre" a Islândia.


Além da importância histórica, e obviamente a beleza da paisagem, Skógafoss é um local bem agradável para se estar. Não é muito ventoso, tem um centro de visitantes que vende algumas coisas, tem banheiro, tem uma ou duas mesinhas para sentar e nos só não permanecemos mais tempo aproveitando a calmaria e a beleza do local porque ainda havia muito lugares que queríamos ir, porém, se você dispor de tempo, recomendo aproveitar o máximo que der. O local tem uma boa energia incrível.



Há uma escadaria que leva a um mirante para ver a cachoeira de cima. Não subi porque que meu povo era meio (totalmente) preguiçosos, mas fica aí a dica. Vi fotos da vista e é maravilhosa também.



quinta-feira, 17 de maio de 2018

Gullfoss - IS


Também conhecida como cachoeira dourada, está localizada a aproximadamente 100 km de Reykjavik na rota turística conhecida como Golden Circle. Creio que se chama circulo dourado exatamente pelo titulo desta cachoeira, mas não estou segura desta informação. 



Essa imponente cachoeira tem a peculiaridade de ter a desembocadura em V. Possui duas quedas d'água, uma de 11 metros e outra de 21 metros de cumprimento e a fenda possui 32 metros de profundidade. Se pode bordear o rio e ver a cachoeira de cima e se ter uma melhor visibilidade das quedas.


A primeira passarela para chegar próximo a cachoeira foi construída por Sigríður Tómasdóttir e sua irmã. Elas gostavam muito das cachoeiras e agiam como guias para os visitantes.  Sigríður brigou lá pela época de 1900 para proteger a cachoeira Gullfoss que seria, então, vendida para construção de uma hidrelétrica e seguramente a arruinaria. As mulheres meu amigo, quando suas histórias são contadas, elas são o pilar do mundo. Sigríður ficou conhecida como a primeira ambientalista islandesa e defensora do meio ambiente. Ela nasceu em Brattholt em 1874 e viveu lá toda a sua vida. Às vezes, era bastante movimentado na fazenda, porque os visitantes vinham de todos os cantos do mundo para ver as famosas cachoeiras Gullfoss.


Na virada do século XIX, os investidores estrangeiros estavam interessados ​​em explorar as cachoeiras islandesas para produção elétrica. Um inglês estava interessado em Gullfoss e ofereceu a Tomas, o pai de Sigridur, 50 mil Kronas pelas as cachoeiras, mas sua resposta foi: "Eu não vendo meus amigos". Os investidores, que depois puseram as mãos nas cataratas, queriam explorá-las. Então a luta de Sigridur para salvar as cachoeiras começou. Seus oponentes eram muitos dos homens mais poderosos e ricos do país. Ela fez muitas viagens longas e difíceis, por exemplo, caminhou até Reykjavík (100 quilômetros de ida) para promover sua causa. Uma vez, quando tudo parecia perdido, ela ameaçou se jogar nas cachoeiras. Felizmente, não chegou a esse ponto, devido à ajuda de seu advogado, Sveinn Bjornsson, que mais tarde se tornou o primeiro presidente da Islândia. Eles conseguiram anular o contrato e Gullfoss tornou-se propriedade do povo da Islandês.
Sigridur morreu em 1957 e foi enterrada no cemitério de Haukadalur. Ela sempre será lembrada como a salvadora de Gullfoss. O escultor Rikhardur Jonsson fez um memorial, e hoje está próximo as cachoeiras, o lugar que ela tanto amava.


(Memorial a Sigríður Tómasdóttir)


Mais informacoes:

https://web.archive.org/web/20111014045607/http://www.nat.is/travelguideeng/gullfoss_sigridur_tomasdottir.htm
https://www.ozy.com/flashback/the-badass-woman-who-saved-this-icelandic-treasure/77489

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Cascada Velo de Novia – Ushuaia - Ar

Trekking super leve e paisagem super linda.

                                          
                                                                          (Verão 2017)

A trilha começa a partir do Refugio Yoppen Kawi às margens do rio Olivia. As opções para chegar até lá são: pegar um ônibus (linha A ou B) até a saída/entrada da cidade e daí caminhar cerca de 1h até a ponte para cruzar o rio Olívia, ou pedir carona na estrada depois da saída da cidade. Ou ainda ir de táxi ou contratar um transfer com empresas.

                                

A entrada está de frente a uma casinha/capela de algum santo católico na estrada, onde as pessoas param para tirar fotos. Há uma descida para carros do lado direito da ruta 3 (se você estiver caminhando no sentido oposto a Ushuaia), há que descê-la e logo haverá uma ponte de madeira para cruzar o rio e depois o Refugio Yoppen Kawi .


A distância entre o começo da trilha e a cachoeira é de cerca de 1 km (20 minutos) por um caminho empinado, porém fácil. No verão a terra fica bem seca e pode escorregar um pouco em áreas muito inclinadas. No inverno fica tudo coberto de neve, obviamente.


Na metade do caminho se tem uma ótima vista da cachoeira que se desdobra em muitas quedas até desaguar no Rio Olívia. Um pouco antes de chegar na descida para a cachoeira há umas cabanas de madeira, na qual eu suponho que se pode acampar, mas não estou segura dessa informação.

                                            

A cereja do bolo é a primeira queda d’água, na qual é possível passar por trás e tocar as águas tranquilamente. A água é muito gelada o ano todo e tem bom sabor. É um lugar muito lindo e que emite uma paz singular.

 (Verão 2017)








segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Bonito - PE

Localizado a aproximadamente 136 km da capital Recife e 38,7 km da cidade de Palmares , Bonito é uma joia rara de Pernambuco. O município é constituído de 3 distritos: Bonito,Alto Bonito e Bentivi.
Local de grande beleza natural, possui muitas cachoeiras de vários tamanhos. Há muita coisa linda para se conhecer na cidade. Visitei a cidade meio de supetão e não me demorei o suficiente para conhecer tudo.
Bonito até fins do século XVIII era totalmente coberto de imensas florestas e fazia parte do Quilombo dos Palmares.
A cidade não é muito grande, mas para conhecer todas as maravilhas que há nela tem de ser de carro e demanda vários dias. Quando estive lá encontrei um senhor muito simpático chamado Seu Arlindo (81) 97283556. Prometi para ele que indicaria-o para meus leitores, então por favor quem contacta-lo a partir deste contato refira-se a Carol ( e as meninas maluquinhas que vieram da Bahia só para tomar banho de cachoeira em Bonito,rs.), para que ele saiba que cumpri o que prometi. Simpático e prestativo, levou a gente para os lugares mais distantes e tirou várias fotos minha com minhas amigas.



Só tive tempo mesmo de conhecer a cachoeira véu da noiva I e posso dizer, é simplesmente maravilhosa. Pretendo voltar em breve e ficar mais tempo para conhecer o resto da cidade.

Cachoeiras:
Cachoeira Véu da noiva I
Cachoeira Véu da noiva II
Cachoeira Pedra Redonda
Cachoeira Poço Dantas
Cachoeira do mágico
Cachoeira Paraíso

Mais informações sobre a cidade em: http://www.bonitopernambuco.com/v6/

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Águas Claras - Chapada Diamantina - BA

Se o ponto de partida for a vila, essa é uma das trilhas mais longas, fica entre o vale do Capão e a cidade de Lençóis. Partindo de Caeté-Açú deve-se andar até os Campos e seguir mais uns dez minutos, na estrada há uma entrada a direita (sentido Caeté-Açú/Palmeiras), deve-se entrar e seguir. É possível ir de carro até a entrada da trilha sinalizada pela placa, mas algumas partes tem o solo bem irregular então não é todo carro que passa. Da placa até Águas Claras leva-se cerca de duas horas, a trilha é facilmente acompanhada pelo mapa. Em um ponto logo no começo há uma bifurcação, deve-se seguir à direita e não seguir direto, (facilmente verificado no mapa, depois vou olhar o mapa e ver o numero do ponto da trilha e por aqui pra facilitar).
Apesar de longa, essa foi uma das trilhas mais gostosas que eu fiz, o visual é perfeito. Esta trilha também leva a entrada do Pai Inácio, Morrão e a cidade de Lençóis.
Passamos bem pertinho do Morrão, a vontade que dá é subi-lo, mas infelizmente, não o fiz. Depois que passa o morrão, já está bem pertinho de chegar em Águas claras.
( Morrão bem de pertinho)
( Caminho )
( Poço antes das quedas d´água )
( Foto da maior queda de águas claras, foto disponível em:
http://www.guiachapadadiamantina.com.br )

O local é estreitinho e bem aconchegante, há essa primeira queda que forma um poço geladinho e convidativo ao banho, segue-se mais algumas quedas até um segundo poço, que não é tão convidativo assim.
Há uns buracos nas pedras formados pelo fluxo da água, são bem legais e curiosos, algumas pessoas entram e se banham e tiram fotos, eu não tive coragem de por os pés la dentro, só me sentei na pedra para uma foto rápida. ( É um ótimo esconderijo para bichos)
O local é extremamente lindo, a água é bem gelada mas ainda assim banhar-se nela é revigorante. Algumas pessoas acampam por lá, pertinho do rio. Sem dúvida o céu à noite deve ser um maravilhoso presente aos olhos.
Na volta procure não sair muito além das 16:00 hs, para evitar de andar na trilha à noite, pois como ela é meio longa, o sol pode se por  com você pelo caminho, a menos que você já conheça o local, ou esteja preparado para andar à noite. No mais, leve sempre água e comida suficiente, se proteja do sol, carregue todo seu lixo e boa trilha.










sábado, 2 de fevereiro de 2013

Riachinho - Chapada Diamantina - BA

Está é uma das poucas trilhas em que se pode descer do carro e andar pouco, neste caso, quase nada. A queda d'água conhecida como riachinho está localizada na estrada de terra que liga Palmeiras a vila Caeté-Açú. Há uma placa sinalizando a entrada, é logo depois de uma ponte (sentido Caeté-Açú/Palmeiras). Se vier a pé da vila, a caminhada é de cerca de 90 minutos.
A descida para ter acesso ao poço é um pouco íngreme, há de se ter bastante atenção para não cair.
( Foto retirada da internet ) Riachinho em época de cheia

Quando eu estive por la era época de seca, a queda d'água estava bem singela, mas ainda assim, maravilhosa. O poço que a queda forma não é um pouco fundo, mas como não é muito amplo, dá pra nadar de margem a margem sem problemas.
Época de seca

Vista do Poço

Além de tudo a vista que se tem olhando em direção a continuidade do rio é maravilhosa, pura natureza, pura beleza, pura lindeza. Há vendedores na entrada da trilha, água, suco, refrigerante, geladinho e lanches à venda. Trilha altamente recomendada, não esqueça de levar consigo seu lixo, tenhas os cuidados de sempre e boa trilha.



quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Poço Angélicas e Cachoeira da Purificação - BA

Esta trilha inicia-se na Vila do Bomba ( pequeno aglomerado de casas perto no Vale do Capão), após a travessia do rio.
A trilha é bem fácil e curta, leva cerca de 30 minutos até chegar ao poço Angélica, uma porção de água cercada de vegetação natural de um lado e pedras do outro, não cheguei a me banhar nele então não sei a profundidade, mas parece raso e tranquilo.

A trilha continua em direção à Cachoeira da Purificação, após uma caminhada de menos de cinco minutos deve-se cruzar o rio para seguir a trilha, então fique de olho para avistar a trilha do outro lado.

Do início da trilha até chegar à cachoeira leva-se cerca de 45 minutos a 1 hora, dependendo do seu ritmo, a trilha é marcada, mas como a vegetação é alta, preste bem atenção no caminho para não se confundir.
Chegando na cachoeira tem umas pequenas quedas d'água que criam um visual muito legal.
Subindo as pedras e voilá, Cachoeira da purificação. O visual é lindo, o  poço é cercado de pedras e vegetação, a queda da cachoeira parece vir de um buraco na pedra. Quando eu fui era tempo de seca na Chapada, então o fluxo de água caindo era pouco, o que não diminuiu em nada a sua beleza. 
A água é bem gelada, uma dica: prefira ir pela manhã porque como o poço é cercado de pedra, paredão e subida (continuidade da trilha) o sol somente incide no local quando está alto no céu, ou seja, por volta de 11 a 13 horas, e o sol ajuda muito quando você sai da água gelada tiritando. Olha a minha cara de quem não está com frio (risos).
Para quem queira, se continuar subindo trilha a cima tem o poço das fadas, poço dos duendes e mais algumas quedas d'água, entretanto eu não fui dessa vez, irei conhecer em breve.
Recomendo esta trilha devido a sua beleza, aliás como tudo na chapada. Tenha sempre atenção com você e suas coisas, tente causar o menor impacto possível no ambiente e boa trilha.


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Cachoeirão - BA

(Trilha feita por baixo)

Partindo da "escola" ou Camping de Dona Véa, a caminhada até o Cachoeirão leva cerca de uma hora e meia, duas horas, dependendo do seu ritmo. A trilha não é difícil, poucas subidas e descidas, somente a descida até o rio é bastante vertical e cansativa. Como a descida já está bem perto do rio o clima é bastante úmido e a presença de limo nas pedras é considerável, então cuidado onde pisa.
Depois da descida a caminhada continua pelo meio do rio, pulando de pedra em pedra. Em alguns trechos a trilha é bastante confusa e difícil, pelo meio do rio existem pedras enormes que impossibilitam a passagem, então a solução é ir pela beirada do rio, algumas partes tem trilhas marcadas, outras não. É só seguir em frente sempre, eu sinceramente pensei que estava perdida, mas no fim deu tudo certo, na dúvida olhe sempre para frente, o destino da trilha é o fim do vale, um cânion cercado de grandes árvores.
Vista de baixo das grandes pedras existentes pelo caminho.
Bom, a caminhada é um pouco cansativa, nem tanto pela distância e sim pela dificuldade da trilha, desce pedra, sobe pedra, salta, pula, se empendura. Mas o destino final compensa qualquer esforço.
No fim do vale está o Cachoeirão, que é a queda principal. Apesar do nome, não é uma queda d'água caudalosa, mas é extremamente linda. Devido à posição que ela se encontra, quando o sol está alto e incide sobre ela, os fios d'água ficam bem claros, quase brancos, parecem brilhar.
Existem outras quedas menores, fios d'água escorrem por vários lugares do cânion, mas nenhum é tão bonito quanto o Cachoeirão. Ele deságua nas pedras, a água escorre e forma um poço de águas escuras e muito gelada, porém muito convidativo.
No meio do poço existem pequenas pedras e uma pedra maior. Deitei nesta pedra e esqueci da vida, a intenção era ficar no Cachoeirão até as 13 ou 14 horas e retornar para prosseguir a travessia do vale, mas a beleza do lugar me absorveu de tal forma que fiquei ali o dia inteiro, boa parte dele deitada na pedra.
Fui conferir a queda do Cachoeirão bem de pertinho, a subida pelas pedras não é perigosa, só necessita muita atenção.
Passei um dia maravilhoso neste local, o silêncio, a paz, o isolamento traz uma sensação tão boa. Você olha os seus pés de bolhas e o estômago roncando, a cara descascando do sol. Nada disso importa diante da grandeza e da beleza deste lugar.
Para quem não curte muito a água gelada, a solução é banhar-se nas beiradas entres as pedras onde a cumula mais calor e a água é menos fria.
A volta se dá pelo mesmo caminho, se preferir deixe pequenas pilhas de pedras para marcar a trilha. Vale muito a pena conhecer este lugar. Não esqueça de levar protetor solar e comida. Tenha cuidado consigo, atenção onde pisa e boa trilha.