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sábado, 19 de maio de 2018

Blue Lagoon - IS



A Lagoa Azul, ou Bláa Lónið em islandês, é uma lagoa termal localizada na cidade de Grindavík, a 39 quilômetros da capital, Reykjavik. Junto com o Geysir, Gullfoos e o Parque Thingvellir (Golden Circle), são as atrações naturais mais visitadas do pais.



As melhores formas de chegar lá é de carro a partir de Reykjavik (40 min) ou do Aeroporto Internacional de Keflavik (20 min) e para ter acesso ao local a  reserva é obrigatória.
Eles dizem que se você não tiver reserva o ingresso está sujeito à disponibilidade, porém, está sempre muito cheio porque ficou bem famosinho nos últimos anos. Por exemplo, no dia que fomos havia uma tempestade e estava cheio igual, inclusive, nós decidimos ir com ou sem vento e chuva pelos poucos dias que tínhamos para estar lá.



A historia do local é a seguinte: no fim dos anos 70 esta área começou a ser explorada para se utilizar o vapor subterrâneo da água para gerar eletricidade. Porém, a água com mais componente de silício não era utilizada pela fábrica principal e era vertida em um lago artificial, hoje conhecida como Blue Lagoon. Os efeitos curativos dos sais não passaram despercebidos e os islandeses começaram a utilizar para seus próprios banhos. Em 1987 foi aberto ao público e em 1999 se instalou um complexo de restaurantes e lojas ao redor da lagoa que segue crescendo. Um outro hotel está em construção no local.



Eu não tenho uma foto digna dentro da Lagoa por motivos de: tempestade, chuva fina que parecia agulha entrando na pele e um vento frio que quase fez cair a ponta da orelha. Para completar esqueci a capa protetora da Gopro que me permitira tirar fotos melhores. Pude tirar umas fotos melhores depois que me vesti usando a minha câmera Nikon do lado de fora, também porque havia parado de chover.

Dentro da agua a temperatura fica em torno de 38°C a 40 °C e do lado de fora varia muito de acordo com a época do ano e pode chegar a temperaturas negativas no inverno. Tem alguns jatos de água que você sente quando esta andando por lá e penso deve ser para manter a temperatura da água alta.
No meio da laguna tem um quiosque de máscara de sílica, você não precisa pagar para usar e pode usar quantas vezes quiser. A tarifa simples e a comfort incluem uma bebida e o uso de toalhas e da máscara, a tarifa plus da direito ao uso de uma mascara de algas e roupão, alem de pantuflas.



Ao ingressar no local vão lhe dar uma pulseira magnética que serve para usar os armários e registrar o seu consumo no bar, que também está dentro da lagoa. Você tem uma bebida incluída na tarifa porém, pode consumir quantas queira e pagar na saída. O preço é elevado.
Eu não fui ao restaurante nem à lojinha. Era nosso último dia e já havíamos tido muitos "imprevistos" na Islândia que é um país caro, e olhe que eu vivo em Ushuaia, que já é muito cara em relação ao custo de vida nas capitais brasileiras.
Sobre as propriedades medicinais da água: sim, funcionam. Durante esta viagem eu fiquei com a cara com muitas espinhas, algo muito incomum pra mim, mesmo tendo a pele oleosa. Pode ter sido todo o stress e ansiedade da viagem, enfim. Saindo da lagoa a pele já estava lisinha e macia, as espinhas secaram e no dia seguinte a pele tanto do rosto quanto do corpo estavam bem macias. Eu quase não acreditei e quase me arrependi de não haver comprado nenhum cosmético por la. Só quase mesmo, nem quero imaginar os preços que tinam. (rs)


sexta-feira, 18 de maio de 2018

Kerid - IS

Kerid é uma cratera vulcânica localizada no sul da Islândia, a aproximadamente 61,7 km da capital Reykijavik (50 min). Para chegar até lá deve-se se deslocar em direcao ao sul pela rodovia do anel (1) e depois desviar em Biskupstungnabraut na rodovia 35. Os nomes são difíceis de recordar, por isso recomento que lembre-se do número das rodovias, use o Google Maps ou marque num mapa impresso que pode-se comprar na cidade.

É uma paisagem bem impressionante. A cratera vulcânica é formada por umas pedrinhas de cor vermelha que contrastam com a vegetação que cresce ao redor (escassa, mas existente, parece um tipo de musgo, mas não sei o que é). É possível dar a volta na cratera pela parte de cima, ou descer uma escada construída recentemente e caminhar ao redor do lago. Eu fiz os dois, dentro da cratera o vento é suave e a água do lago tem uma cor azulada muito linda. Na borda da cratera, na parte de cima se tem uma linda vista da região e se pode ver uma cratera menor que está ao lado. Venta bastante e faz frio (rs), mas a vista dai é bem interessante, vale a pena congelar as bochechas, além de que há alguns mirantes e da para tirar umas fotos muito boas do lago.


Os vulcanologistas originalmente acreditavam que Kerið foi formado por uma enorme explosão vulcânica, como geralmente ocorre com crateras vulcânicas. Porém, estudos mais completos da região de Grimnesen não conseguiram encontrar qualquer evidência de tal explosão em Kerið. Acredita-se agora que Kerið era um vulcão cone que entrou em erupção e esvaziou sua reserva de magma. Uma vez que o magma foi esgotado, o peso do cone desmoronou na câmara magmática vazia. A corrente de água no fundo da cratera está no mesmo nível do lençol freático e por isso um lago formou-se no meio da cratera.


Tem que Pagar 800 Kronas para entrar. Tem uma guarida na entrada, ali o guarda te dá seu ticket e um folheto informativo de como se formou a cratera. O estacionamento não é pago (yey :) e não está longe do mirante principal do vulcão. É um ótimo passeio inclusive para quem não gosta de trekking, já que do estacionamento para o mirante anda menos de cinco minutos. Gostei muito da paisagem e sem dúvida recomendo. Se você tiver pouco tempo e quiser aproveitar ao máximo seu dia, você pode combinar essa parada com a rota Golden Circle.

Seljalandsfoss - IS


Mais uma cachoeira linda da Islândia. Diferente da Skógafoss, nesta tinha muito vento e era bem frio. Está mais exposta e próxima da Ring road (1). A cachoeira tem uma queda de 60 m e é parte do rio Seljalands que tem sua origem na geleira do vulcão Eyjafjallajökull.
A paisagem é maravilhosa e os visitantes podem andar atrás das quedas em uma pequena caverna, deve-se tomar muito cuidado porque o chão fica bem úmido e com muita lama, mas não deixe isso te impedir de cruzar a parte de trás dela. A vista por detrás da cachoeira é incrível, porém, prepare-se para se molhar um pouquinho.

(Devido a umidade no ar ao redor, vários arco-iris aparecem)

No local há uma pequena cabana que vende souvenirs e bebidas e o estacionamento é pago. Guarde bem o seu ticket, pois as multas de trânsito são caríssimas na Islândia e pelas duvidas é melhor se prevenir.
(Tomando um cafezinho para esquentar)

Recentemente se cogitou construir um centro de visitantes no local com de 2000 metros quadrados e 8 metros de altura  perto da cachoeira, porém, o projeto provocou polêmica na Islândia em maio de 2017 e não saiu do papel. Os opositores dos planos argumentaram que o prédio estragaria a vista da cachoeira e interromperia a aparência natural da área.


Para chegar até a cachoeira o acesso é pela rodovia do anel (1). Não há nenhum desvio, exceto a própria entrada para a cachoeira que pode ser vista de longe na rodovia, do lado esquerdo se você estiver vindo de Reykjavik ou direito de estiver vindo de Vik. Está localizada a 121 km da capital pela Ring Road sentido Vìk ì Myrdal (Sudoeste). A distância da cachoeira até Vìk é de 60, 2 km (48 min) e no caminho está a cachoeira Skògafoss e o glaciar Solheimajokull.


Skógafoss - IS

É uma das maiores cachoeiras da Islândia com uma largura de 15 metros e uma queda de 60 m. Eu posso dizer, sem nenhum medo de ser injusta com as lindas paisagens de lá que, dentre as cachoeiras que eu conheci, essa é sem dúvida a mais bonita.



Está localizada na costa sul da Islandia e seu acesso é muito fácil pela rodovia do anel (1). Está a aproximadamente 148 km de Reykjavik e a 33,7 km de Vik í Myrdal.
Devido a grande quantidade de vazão de água por segundo, há sempre muito vapor d'água no local e quando aparece o sol muitos arco-iris se formam, rendendo ótimas memórias e lindas fotos.

XXX

Há uma lenda local que diz que o primeiro colono Viking na área, Þrasi Þórólfsson, enterrou um tesouro em uma caverna atrás da cachoeira. Certa vez habitantes do povoado de Skoogar encontraram um baú mas só conseguiram agarrar o anel do lado antes que ele "desaparecesse" novamente, o que reforçou a lenda. O anel foi supostamente dado à igreja local e está agora no museu Skógar.
Skógar, na verdade, é um "aglomerado" de casinhas que está a pouca distância da cachoeira e tem uma população aproximada de 25 habitantes. No local há uma hospedaria que recebe turistas o ano todo, já que a cachoeira é bastante visitada.

(Skógar)

A cachoeira foi o cenário para o clipeda banda Sólstafir, Fjara, do álbum Svartir Sandar em 2012. Também foi usada para as filmagens do filme da Marvel, "Thor: Omundo sombrio", bem como o filme "A vida secreta de Walter Mitty". Também aparece no filme "Dilwale com Shahrukh Khan e Kajol" (2015) do estudio Bollywood .
O videoclipe oficial de "I'll Show You" de Justin Bieber mostra lagoas glaciais e rios no sul da Islândia, incluindo a Skógafoss. E, por ultimo, na quinta temporada da série Vikings, o personagem Floki testemunha Skógafoss quando ele "descobre" a Islândia.


Além da importância histórica, e obviamente a beleza da paisagem, Skógafoss é um local bem agradável para se estar. Não é muito ventoso, tem um centro de visitantes que vende algumas coisas, tem banheiro, tem uma ou duas mesinhas para sentar e nos só não permanecemos mais tempo aproveitando a calmaria e a beleza do local porque ainda havia muito lugares que queríamos ir, porém, se você dispor de tempo, recomendo aproveitar o máximo que der. O local tem uma boa energia incrível.



Há uma escadaria que leva a um mirante para ver a cachoeira de cima. Não subi porque que meu povo era meio (totalmente) preguiçosos, mas fica aí a dica. Vi fotos da vista e é maravilhosa também.



Glaciar Solheimajokull - IS

Sólheimajökull é um glaciar no sul da Islândia localizado entre os vulcões Katla e Eijafjallajökkull (aquele que entrou em erupção em 2010 e ninguém sabia falar o nome, rs). Ele faz parte da enorme geleira Mýrdalsjökull e é um local turístico popular devido ao seu tamanho e relativa facilidade de acesso.


Está localizado a 31,1 km de Vìk ì Myrdal (30 min) e a 158 km de Reykjavik (2h 5 min). O acesso é pela rodovia do anel (1) e posterior desvio na rodovia 221. Esta ultima é uma estrada de terra, porém terra firme, como se fosse gravilhão, pedrinhas. Não havia muito chuva e o caminho estava ótimo, porém, em época invernal ou com grande quantidade de chuva é bom tomar cuidado no caminho.
Há um estacionamento no local e havia muitas pessoas com seus carros, além de ônibus e camionetes de agencias de turismo.





(Começo da trilha)


É possível caminhar sobre o glaciar porém, atenção. Só o faca com instrumentos adequados e de preferência com um guia habilitado, pois é perigoso. Se a ideia for somente se aproximar da beira do lago e ver o glaciar de pertinho é tranquilo fazê-lo por conta própria.


(Foto com o mozão)

Se estiver interessado em fazer o trekking pela geleira há várias agencias que organizam e te proveem os instrumentos de proteção. Tem caminhadas mais curtas somente pelo glaciar e outras mais extensas que chegam às cavernas de gelo. Infelizmente, desta vez, não fiz a caminhada pela geleira.
Do estacionamento até a beira do lago leva mais ou menos 20 minutos de caminhada.


(Turistas caminhando no vale com um guia, em direção ao glaciar)

O glaciar está numa especie de vale e o clima muda muito rápido. É necessário ir bem agasalhado e estar preparado para qualquer coisa. Chegamos com um solzinho e céu limpo, nublou, choveu, choveu granizo, granizo fino porém com o vento muito forte doía na pele que parecia agulhas te picando e depois chuva de novo. Tudo isso em menos de 50 minutos no trajeto de ida e volta.

                               (Foto com luz natural, ficou muito nublado e escuro de repente)

Devido à mudança climática constante e ao aumento de temperatura atmosférica, muitas geleiras da Islândia, inclusive esta, correm o risco de desaparecer. O local tem um visual incrível e me impressionou bastante. Há uns equipamentos instalados no local onde se monitora atividades sísmicas, já que está muito próximo de vulcões ativos.


(Equipamento de monitoramento sísmico)


(Lago de origem glacial)



Reynisfjara - IS


Reynisfjara é uma praia de areia negra localizada na costa sul da Islândia, próxima ao povoado de Vík y Mírdal. É considerada uma das praias mais bonitas da Islândia não só por sua areia de cor negra e suas ondas gigantes, mas também pela impressionante formação de colunas basálticas que podem chegar a 66 metros, a Reynishverfi.


Desta praia também se tem uma ótima vista do arco de Dyrholaey e as pedras conhecidas como Reynisdrangar no lado oposto da costa. Não é nenhuma surpresa que as pessoas a considerem um dos lugares mais bonitos da ilha.

(Reynasdrangar. As pedras que, segundo a lenda local, seriam trolls congelados.)

A praia não é muito grande em extensão, mas tem precipícios altos que podem chegar a 340 metros de altitude. Essa formação de colunas é o resultado de todo um processo de erupções vulcânicas que romperam glaciares na última glaciação do planeta, resultando em rochas vulcânicas, colunas de basalto, grutas e cavernas.



Para chegar a este lugar deve-se tomar a rodovia do anel (1) que é a estrada principal que circula toda a ilha, depois desviar a direita na rodovia 215 que está há uns poucos quilômetros antes de chegar a Vík í Mýrdal. 


Vík se situa há 180 quilômetros da capital da Islândia (2 horas de carro), mas nós já estávamos perto porque no dia anterior a ideia era dormir em Vík. Optamos por alugar uma cabana no meio da estrada mesmo porque era mais lindo (e muito mais barato) do que se hospedar diretamente em Vik.

                                                                  (North Star Cottage)


Demos sorte porque pela manhã estava uma temperatura agradável e o dia bem ensolarado. É um lugar bastante visitado, então sempre há gente. Preste muita atenção aos avisos no local, os fortes ventos tornam as ondas bem perigosas e podem chegar muito próximo das pedras, então fique atento e não se aproxime muito do mar, principalmente se a maré estiver cheia, como foi o caso no dia que fomos. Muitos turistas mais ousados perderam a vida por uma “foto boa” nesse local. Na época que fomos, um turista tinha morrido ali na praia 3 meses antes porque foi arrastado pelas ondas.





Vík í Mýrdal - IS

A "vila" Vík í Mýrdal é uma pequena localidade do sul da Islândia, na região de Suðurland que está a 180 km de Reykjavik. O Senso feito em 2016 contava 318 habitantes na região.


(Pequena capela na estrada para Reynisfjara)

É um local realmente muito pequeno, há uma igreja no alto das colinas, um único mercado da rede Krònan, dois ou três restaurantes e um par de hotéis. É um local bem turístico apesar do tamanho devido ao fato de que está na borda da Ring Road (1), estrada principal do país, e, próximo da praia de Reynisfjara. Além de ser caminho para vulcões e glaciares localizados na costa Sul.
Importante ressaltar que se você está viajando de carro ou se simplesmente quer economizar na hora de comprar alimentos, prefira ir ao mercado. Apesar de ainda muito caro em relação ao meu custo de vida atual, o mercado Kròna tinha produtos variados e melhores preços que os restaurantes e mercados menores na capital de Reykjavik. Outro mercado com preços razoáveis é o mercado Bonus, cujo logotipo tem um porquinho rosa muito simpático, meio caolho (rs). Porem, só o vi na capital.



Vík fica diretamente ao sul do glaciar Mýrdalsjökull, que por sua vez está no topo do vulcão Katla. Katla não entrou em erupção desde 1918, o que é um período dormente atípico. O que levou os especialistas à especulação de que uma erupção pode ocorrer em breve. Uma erupção do Katla poderia derreter gelo suficiente para provocar uma enorme enchente, potencialmente grande o suficiente para destruir todo o vilarejo. Acredita-se que a igreja, localizada no alto de uma colina, seja o único edifício que sobreviveria a tal inundação.






É um local com muitas lendas. No mar, olhando na direcao da praia de Reynisfjara, se pode ver pilhas de rochas de basalto, remanescentes da extensa linha de penhascos (Reynisfjall). De acordo com o folclore local, essas pedras no mar são trolls que tentaram arrastar seus barcos para o mar porém foram pegos pela madrugada e permaneceram ai, congelados. O mar ao redor deles é bastante selvagem e tempestuoso.

(Foto retirada da internet)

Outra lenda local conta a história de um marido que encontrou sua esposa tomada pelos dois trolls. O marido fez os trolls jurarem nunca mais matar ninguém. Sua esposa era o amor de sua vida, cujo espírito livre ele era incapaz de providenciar um lar. Ela encontrou seu destino entre os trolls, pedras e mar em Reynisfjara.


Tenho pouquíssimas fotos de Vik, primeiro porque permaneci pouco tempo, segundo porque não há muita coisa mesmo para ver. Estava mais preocupada em comprar comida e reabastecer para seguir a estrada.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Gullfoss - IS


Também conhecida como cachoeira dourada, está localizada a aproximadamente 100 km de Reykjavik na rota turística conhecida como Golden Circle. Creio que se chama circulo dourado exatamente pelo titulo desta cachoeira, mas não estou segura desta informação. 



Essa imponente cachoeira tem a peculiaridade de ter a desembocadura em V. Possui duas quedas d'água, uma de 11 metros e outra de 21 metros de cumprimento e a fenda possui 32 metros de profundidade. Se pode bordear o rio e ver a cachoeira de cima e se ter uma melhor visibilidade das quedas.


A primeira passarela para chegar próximo a cachoeira foi construída por Sigríður Tómasdóttir e sua irmã. Elas gostavam muito das cachoeiras e agiam como guias para os visitantes.  Sigríður brigou lá pela época de 1900 para proteger a cachoeira Gullfoss que seria, então, vendida para construção de uma hidrelétrica e seguramente a arruinaria. As mulheres meu amigo, quando suas histórias são contadas, elas são o pilar do mundo. Sigríður ficou conhecida como a primeira ambientalista islandesa e defensora do meio ambiente. Ela nasceu em Brattholt em 1874 e viveu lá toda a sua vida. Às vezes, era bastante movimentado na fazenda, porque os visitantes vinham de todos os cantos do mundo para ver as famosas cachoeiras Gullfoss.


Na virada do século XIX, os investidores estrangeiros estavam interessados ​​em explorar as cachoeiras islandesas para produção elétrica. Um inglês estava interessado em Gullfoss e ofereceu a Tomas, o pai de Sigridur, 50 mil Kronas pelas as cachoeiras, mas sua resposta foi: "Eu não vendo meus amigos". Os investidores, que depois puseram as mãos nas cataratas, queriam explorá-las. Então a luta de Sigridur para salvar as cachoeiras começou. Seus oponentes eram muitos dos homens mais poderosos e ricos do país. Ela fez muitas viagens longas e difíceis, por exemplo, caminhou até Reykjavík (100 quilômetros de ida) para promover sua causa. Uma vez, quando tudo parecia perdido, ela ameaçou se jogar nas cachoeiras. Felizmente, não chegou a esse ponto, devido à ajuda de seu advogado, Sveinn Bjornsson, que mais tarde se tornou o primeiro presidente da Islândia. Eles conseguiram anular o contrato e Gullfoss tornou-se propriedade do povo da Islandês.
Sigridur morreu em 1957 e foi enterrada no cemitério de Haukadalur. Ela sempre será lembrada como a salvadora de Gullfoss. O escultor Rikhardur Jonsson fez um memorial, e hoje está próximo as cachoeiras, o lugar que ela tanto amava.


(Memorial a Sigríður Tómasdóttir)


Mais informacoes:

https://web.archive.org/web/20111014045607/http://www.nat.is/travelguideeng/gullfoss_sigridur_tomasdottir.htm
https://www.ozy.com/flashback/the-badass-woman-who-saved-this-icelandic-treasure/77489