quinta-feira, 17 de maio de 2018

Gullfoss - IS


Também conhecida como cachoeira dourada, está localizada a aproximadamente 100 km de Reykjavik na rota turística conhecida como Golden Circle. Creio que se chama circulo dourado exatamente pelo titulo desta cachoeira, mas não estou segura desta informação. 



Essa imponente cachoeira tem a peculiaridade de ter a desembocadura em V. Possui duas quedas d'água, uma de 11 metros e outra de 21 metros de cumprimento e a fenda possui 32 metros de profundidade. Se pode bordear o rio e ver a cachoeira de cima e se ter uma melhor visibilidade das quedas.


A primeira passarela para chegar próximo a cachoeira foi construída por Sigríður Tómasdóttir e sua irmã. Elas gostavam muito das cachoeiras e agiam como guias para os visitantes.  Sigríður brigou lá pela época de 1900 para proteger a cachoeira Gullfoss que seria, então, vendida para construção de uma hidrelétrica e seguramente a arruinaria. As mulheres meu amigo, quando suas histórias são contadas, elas são o pilar do mundo. Sigríður ficou conhecida como a primeira ambientalista islandesa e defensora do meio ambiente. Ela nasceu em Brattholt em 1874 e viveu lá toda a sua vida. Às vezes, era bastante movimentado na fazenda, porque os visitantes vinham de todos os cantos do mundo para ver as famosas cachoeiras Gullfoss.


Na virada do século XIX, os investidores estrangeiros estavam interessados ​​em explorar as cachoeiras islandesas para produção elétrica. Um inglês estava interessado em Gullfoss e ofereceu a Tomas, o pai de Sigridur, 50 mil Kronas pelas as cachoeiras, mas sua resposta foi: "Eu não vendo meus amigos". Os investidores, que depois puseram as mãos nas cataratas, queriam explorá-las. Então a luta de Sigridur para salvar as cachoeiras começou. Seus oponentes eram muitos dos homens mais poderosos e ricos do país. Ela fez muitas viagens longas e difíceis, por exemplo, caminhou até Reykjavík (100 quilômetros de ida) para promover sua causa. Uma vez, quando tudo parecia perdido, ela ameaçou se jogar nas cachoeiras. Felizmente, não chegou a esse ponto, devido à ajuda de seu advogado, Sveinn Bjornsson, que mais tarde se tornou o primeiro presidente da Islândia. Eles conseguiram anular o contrato e Gullfoss tornou-se propriedade do povo da Islandês.
Sigridur morreu em 1957 e foi enterrada no cemitério de Haukadalur. Ela sempre será lembrada como a salvadora de Gullfoss. O escultor Rikhardur Jonsson fez um memorial, e hoje está próximo as cachoeiras, o lugar que ela tanto amava.


(Memorial a Sigríður Tómasdóttir)


Mais informacoes:

https://web.archive.org/web/20111014045607/http://www.nat.is/travelguideeng/gullfoss_sigridur_tomasdottir.htm
https://www.ozy.com/flashback/the-badass-woman-who-saved-this-icelandic-treasure/77489

Geysir - IS


Geysir é uma nascente eruptiva no vale de Haukadalur e é uma atração turística bastante visitada. Faz parte da rota turística conhecida como Circulo Dourado, junto com o Parque Nacional Thingvellir e a cachoeira Gullfoss, que é uma das mais escolhidas pelos turistas já que otimiza o tempo. Todas as atrações estão a poucos quilômentros da capital e podem ser feito em um único dia.
Se você estiver vindo do Thingvellir, que é o percurso mais comum, tem que seguir uns km na rodovia 36 e depois desviar para a rodovia 365 e permanecer nela até chegar a Geysir. Passando um pouco de Bláskógabyggð no próximo cruzamento ela passa a chamar-se rodovia 35, mas ainda é a mesma estrada. São nomes difíceis, então, pelas duvidas siga a sinalização na estrada (está tudo bem indicado) ou use o Google Maps. O sinal de internet funciona em quase todas as estradas do pais, assim que, enjoy it, internet é uma benção. Além do mais se você colocar para navegar o caminho as indicações do app continuam mesmo quando você perde o sinal de internet, então, não tem desculpa para não se jogar na estrada e ir.



Se estiver indo direto de Reykyjavik tem a opção de pegar a rodovia do anel (rodovia 1), depois desviar na rodovia 35 e ir subindo em direção ao Geysir sem mais desvios. Mais uma vez, está tudo sinalizado e você pode utilizar mapas impressos ou apps de navegação. Eu particularmente acho um desperdício ir para lá direto sem passar no Thingvellir antes. Mas depende do seu roteiro e do tempo disponível.


O nome Geysir vem de “gjósa” e significa "jorrar". Deu origem ao termo gêiser em português e é usado em outras línguas também, como o inglês e o espanhol. No vale há vários rios de água quente devidamente sinalizados com sinal de perigo/atenção, já que as temperaturas podem chegar de 60 a 120 graus. 



Há 50 metros do Litli Geysir, está o gêiser mais ativo do vale, o Strokkur. Este possui explosões regulares  intervaladas em 5 a 8 minutos. Fica cheio de turistas ao redor esperando para tirar uma boa foto, eu também fiquei. A verdade é que saímos de lá com cheirinho de ovo cozido, ou cheiro de pum. (rs.) Todo o local tem esse cheiro característico e até mesmo a água encanada na cidade de Vík y Reykjavik tinha esse cheiro característico de enxofre que, infelizmente, fica no cabelo, além de deixar ele meio ressecado.  A pele, por outro lado, ficou bem macia já que eu tenho a pele oleosa, meio que funcionou como um adstringente.



Do outro lado da pista tem um café e uma loja de presentes, bem carinha por sinal, até mais que a loja do parque Thingvellir. Ah, e é o único local próximo que tem banheiros.
O Geysir é um local para uma visita rápida, mas é muito legal e vale a pena. Muito cuidado com os celulares e as lentes das câmeras, o vapor presente o ar tem muitos sais e suja tudo. Seja cuidadoso na hora de limpar a sua lente.

Parque Nacional Thingvellir - IS

Embora não seja o maior, este é um dos parques nacionais mais visitados da Islândia devido a sua beleza, sua importância histórica e suas características tectônicas e vulcânicas. Além de estar muito próximo da capital e ser de fácil acesso pela estrada. O Parque esta a 45 km de Reykjavik e é de fácil acesso pela rodovia 36. Faz parte da rota turística conhecida como Circulo Dourado, junto com o Geysir e a cachoeira Gullfoss, que é uma das mais escolhida pelos turistas já que otimiza o tempo. Todas as atracões estão a poucos quilômetros da capital e podem ser feito em um único dia.



Foi fundado neste local, em 930, o parlamento nacional islandês onde se anunciavam as leis criadas e se faziam julgamentos de criminosos. É considerado o parlamento nacional mais antigo da história da humanidade, porém, desde 1844 o parlamento nacional mudou-se para a capital Reykijavik, onde permanece até hoje.

Outro dado relevante é que a  independência islandesa foi proclamada em Thingvellir em 17 de junho de 1944. O Local foi declarado Parque Nacional em 1928 e em 2004 foi declarado patrimônio histórico da humanidade pela UNESCO. 



O parque esta devidamente sinalizado e há algumas cachoeiras e trilhas a percorrer. Ali também se encontra a Silfra, uma falha geológica que divide as placas tectônicas da Asia e da América e você pode nadar entre elas. Essa atividade é bem cara e se você não tiver certificado internacional de mergulho  poderá fazer a flutuação com snoorkel. Somente empresas autorizadas podem te levar para nadar la e é estritamente proibido ingressar na água por conta própria, além de perigoso. Várias pessoas  morreram no local.


(Mergulhadores em Silfra)


Recomendações: é frio, muito frio. Fomos na primavera e a temperatura estava em torno dos 5 graus e sensação térmica de graus negativos. Muito vento e possibilidade de chuva, use roupas adequadas, mas não deixe que as intemperes do clima te impeça de percorrê-lo, vale muito a pena.


(Símbolo brasão do Parque)



(Cachoeira Oxárarfoss)

(Cachoeira Oxárarfoss)





quarta-feira, 16 de maio de 2018

Reykjavík - IS

Reykjavík, ou na forma aportuguesada Reiquiavique, é a capital da Islândia. Seu nome significa baía fumegante, talvez devido a grande quantidade de fontes termais ao largo de toda a ilha.
Chegamos a noite, mais ou menos 20 hs e entre imprevistos com o aluguel do carro, cansaço da viagem de avião, deslocamento do aeroporto que fica na cidade vizinha, Keflavik, e o clima frio e chuvoso, decidimos ficar em casa a noite e só aproveitar a cidade na volta da road trip, dois dias depois. O aeroporto está a 50 km da capital e é o maior do país, é de onde chegam e partem os voos internacionais. De carro chega-se em Reykjavik em 40 minutos.


        (Laugavegur, rua comercial e turística. A mesma rua onde fica o famosinho Chuck Norris Grill)

Nos hospedamos num alojamento chamado Central Guest House e a dona foi bem atenta, nos deixou informações, mapas e havia café e condimentos na casa para utilizar. Reservamos um apartamento e foi bem confortável e o preço não muito elevado.
É possível estacionar nas ruas, está tudo bem sinalizado e o estacionamento é pago em algumas horas do dia. Fique atento para manter o parquímetro (funciona com moedas) ativo, pois as multas de trânsito são altíssimas na Islândia e o controle vial é bem rigoroso.


(Loja de souvenirs na rua Laugavegur )

Um surpresa bem desagradável foi que os mercados fecham muito cedo, não importa o dia, fecham mais ou menos às 18 hs. Precisávamos comprar comida e só encontramos uma "mini mercearia" onde compramos comida para a noite e dia seguinte pela manhã. Já sabíamos que era um país caro, porém, nestas circunstancias foi ainda pior. Gastamos 4.800 kronas  por comida para 4 pessoas para uma noite, no dia seguinte num mercado grande gastamos 4.500 kronas para comida para dois dias e alguns mimos como doces e cerveja.
Outra coisa a se ter em conta é que é proibido vender bebidas alcoólicas nos mercados e lanchonetes, você vai encontrar varias bebidas com teor alcoólico baixíssimo ou cervejas sem teor alcoólico. Para consumir bebidas fortes somente nos restaurantes. a maioria fecha ao redor da 01:00 da manhã, mas perguntamos e não é proibido consumir álcool na rua se você tiver algo comprado no aeroporto, por exemplo.
Outra informação importante: as bombas de gasolina na capital e no resto do país são self-service e só funcionam com cartão de credito, detalhe, as instruções estão em sua maioria em islandês, acho que só uma vez tinha a opção de informação em inglês, na dúvida, peça ajuda a alguém para não fazer bobagem. É importante ressaltar que seu cartão de crédito precisa ter um certo limite para ser aceito, por que você aproxima (ou passa) o cartão e escolhe a opção tanque cheio ou uma determinada quantidade e só depois de usar é que a cobrança é feita. Creio que eles verificam sempre o valor como se fosse tanque cheio, se você tiver limite porém, pouco, seu cartão será recusado.
A maioria dos nativos com quem tivemos contato foram muito amáveis e prestativos. Todos falavam inglês, nem que fosse o mais básico para dar instruções e informações.
Na cidade tem vários locais interessantes para se conhecer como o Grotta Light House, Nauthólsvík, que é uma praia geotermal, teatros, a orla e museus. Eu não pude conhecer nenhum desses que eu citei, pois dei prioridade as atracões turísticas naturais e mais afastadas da área urbana, mas realmente fiquei na vontade. No ultimo dia que eu havia separado para conhecer alguns dos lugares teve uma tempestade, um vento muito forte e mesmo bem agasalhada e acostumada com o frio (já que vivo em Ushuaia, Argentina) não consegui ficar na rua. Até mesmo ficar de pé era complicado, as ruas estavam vazias.


(Chegamos até a orla e voltamos para o hotel para não morrer, rs)

Pude conhecer, porém, a Hallgrímskirkja que é uma  igreja luterana bem icônica da cidade. A arquitetura da igreja é bem interessante, foi projetada com um design para imitar o movimento da lava de um vulcão e há uma estátua de Leif Eriksson, filho de Erik o Vermelho. Esta estatua foi feita por Alexander Stirling Calder e foi um presente dos Estados Unidos da América ao povo islandês em 1930, como monumento comemorativo do milênio da criação do Alþingi, o parlamento mais antigo da Europa e um dos mais antigos do mundo. Localizado no parque Thingvellir.

Não entrei, porque já comecava a chover e a fome apertou, então fomos a um restaurante para provar comidas tipicas locais.


(Hallgrímskirkja)

(Hallgrímskirkja vista lateral)

Fomos no Café Loki  e comemos tubarão seco (harðfiskur) com manteiga e tubarão "podre" (hákarl). O hákarl é a comida mais famosa da Islândia. A carne do tubarão é preparada crua e se deixa apodrecer. Esses animais não possuem rins, então a ureia corre em seu sangue e a carne possui altas concentrações de ácido e amônia. Se comido crua é altamente venenosa. A carne é cortada e colocada em uma estufa para secar por três meses enquanto as toxinas são drenadas, depois é pendurada para secar e curar por mais três, li em alguns lugares que se enterra a carne nesse tempo, mas não sei se é  verdade. É servido como aperitivo em pequenos cubos e parece cubinhos de gordura, ou de queijo.


                                         (Café Loki, localizado em frente a Hallgrímskirkja) 


(harðfiskur e hákarl com manteiga)

O gosto é estranho mas eu nem sofri muito, meti cerveja por cima. Tradicionalmente é engolido com brennivín (vinho que queima, em tradução literal), um tipo de cachaça muito forte aromatizada com raiz angélica ou semente de cariz, e conhecida afetuosamente como "Morte Negra" (svartidauði). Nós provamos essa bebida. Eu só molhei a língua mesmo e achei forte e "adistringente". Meu marido e minha amiga gostaram e terminaram de toma-la. Eu só fiquei pensando que paguei bem caro em três coisas ruins pra caralho (rs), mas faz parte da experiencia cultural né? A coisa mais gostosa na mesa era a manteiga (rs). De acordo com os islandeses o hákarl te dá energia.



Depois te sair de lá, fomos a uma lanchonete e comemos um hambúrguer gigante e provamos uns refrigerantes diferentões. Alguns saborosos, outros nem tanto.


Uma espécie de refrigerante de cola com ervas. O sabor parecia muito com aqueles pirulitos de coca cola que vendiam nBrasil antigamente. Gostamos.

(Tinha gosto de ki-suco, mas até que era gostosinho)

                                             (O pior de todos, tinha gosto de aspirina infantil)



quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Parque Nacional Tierra del Fuego - Ushuaia - Ar

O "Parque Nacional de Tierra del Fuego" está localizado a 12 Km do centro de Ushuaia. Nele estão localizados muitos dos pontos turisticos mais visitados de Ushuaia (dos quais falarei um pouco a seguir) e, também, é onde termina a Ruta Nacional 3, uma estrada que corta a Argentina de norte a sul do país. O Parque Nacional faz fronteira direta com o Chile, tem até uma trilha onde se pode chegar ao ponto limítrofe (Hito XXIV) e está cortado também pelo Canal Beagle.
Na entrada do Parque há uma guarita onde se cobra o ingresso  e se entrega mapas e informações importantes sobre o parque, ou avisos de cuidado. Os mapas estao bem detalhados e sao de facil interpretação, todo o parque está bem sinalizado e há que se respeitar os senderos fechados ou que estão em recuperaçao. A taxa de entreada se cobra sempre nas altas temporadas e na baixa se reduz ou diretamente não se cobra. Há um valor diferenciado para turistas estrangeiros, argentinos e residentes da provincia.

Estação do Fim mundo e trem do fim do mundo: Creio que junto com a Bahia Lapataia e a Laguna Esmeralda é um dos pontos turísticos mais conhecidos de Ushuaia. As pessoas chegam perguntando sobre esses lugares muitas vezes. O trajeto do trem tem aproximadamente 7 km e é apenas turístico, ou seja, não é usado com transporte de fato (já foi um dia utilizado para levar os presos da cidade até o bosque para trabalhar). O valor é um pouco salgado (atualmente está custando $1200 pesos) e o valor se atualiza a cada temporada. Tem Dois horarios fixos 09:00 e 15:00 e um horario intermediário que esta sujeito a disponibilidade (12:30). Pode-se fazer o trajeto de ida e volta, ou somente ida, esta última opção geralmente é para as pessoas que depois seguirão para conhecer o Parque Nacional, já que a estão final está dentro do parque.
Mais informações em: www.trendelfindelmundo.com.ar


Centro de Visitantes Alakush: Localizado perto do Setor do Lago Roca, está aberto de 09:00 até as 17:00 hs. No local há banheiros, um restaurante,  um museu interpretativo, uma loja de souvenirs e um balcão na entrada para informações turísticas. Do lado de fora se tem uma linda vista dos lagos e dos montes ao redor deles.
Um detalhe importante, os preços no restaurante de lá não são extremamente caros como a maioria pensa, são os mesmos preços do centro da cidade ou até mesmo mais barato. Há opções de saladas, tortas, empanadas e sempre um prato do dia no horário do almoço.
Mais informações em: http://www.centroalakush.com.ar/



Bahia Zaratiegui e Correio do Fim do Mundo: No local onde termina a linha de trem, voltando para a estrada há uma encurzilhada. Estando de costa para a cidade de Ushuaia do seu lado direito estará a estrada para a "Cascada Rio Pipo" e o "Cañadón del Toro", a frente estará o caminho para Lago Roca" e "Bahia Lapataia" e para o lado esquerdo estará o Correio.
Ai se poderá mandar postais, cartas, carimbar o passaporte, comprar selos antigos, imãs, agendas.
Há também uma vista maravilhosa para o mar e muito pássaros em seu habitat.


Senda Costera: Essa trilha começa (ou termina) na "Baia Zaratiegui", é de dificuldade fácil e leva em torno de 2 horas. Na única vez que eu fiz sozinha levei exatas 2 horas (das quais meia hora foi a parada para comer e para tirar fotos). Na entrada do parque eles te dão um mapa e um folheto com informações da fauna e da flora do local. Uma parte da trilha é bordeando a costa e uma parte é pelos bosques fueguinos






Cascada Rio Pipo: Trilha fácil de aproximadamente 30 minutos  de caminhada a partir da estação de trem do Parque Nacional (a que já está dentro dentro parque). Não é realmente uma cachoeira e sim um rio caudaloso com corrdeiras, igualmente, vale a pena pela caminhada tranquila e pela linda apisagem ao redor. O caminho está marcado con fitas e cartazes.




Laguna Verde: Está localizado âs margens da ruta 3, não é necessário nenhuma caminhada para chegar até ela. Há uma área reservada para deixar o carro e ems eguida uma passarela para chegar até o mirante da Laguna verde. Se pode ver a Laguna desde a estrada quando se ssa de carro e nos dias ensolarados a cor da água fica incrívelmente verde.



Lago roca: Passando o centro de visitantes Alakush e seguindo pela estrada se chega ao Lago Roca. O lago é formado por águas glaciais e 70% da sua área está em território Chileno. Algumas agencia oferecem a atividade de kayak ou canoagem no lago.



Hito XXIV: Pelo leito direito do Lago Roca há uma trilha devidamente sinalizada. O caminho até o marco limítrofe leva em torno de 2h entre bosques e a beira do lago. É curioso cruzar as linhas imaginárias que separam as fronteiras, se você caminhar uns 10 metros depois da placa o seu celular, ou GPS, já atualiza e diz que você está em território chileno.


Bahia Lapataia: Talvez o ponto mais visitado pelos turistas, sobretudo porque é onde termina a Ruta Nacional 3, que começa na região de Buenos Aires e termina em Tierra del Fuego. Há um estacionamento grande, o cartaz que diz "Aqui se termina la Ruta Nacional 3" e algumas passarelas para chegar até a ponta do descampado. No estacionamento do lado esquerdo há o caminho para o mirante Lapataia, do qual se tem uma linda vista da Baia do alto e do lado direito (se voce estiver de frente para o mar) uma uma trilha até a Baliza (um especie de Farol pequeno). A vista do bosque é bonita, é uma caminhada de mais ou menos 25 minutos.



Castorera: Há uma caminhada curta de 2 minutos da estrada até o local da castoreira. Deve-se procurar um local adequado para deixar o carro e voltar caminhando até a trilha. Há alguns cartazes informativos sobre como elas são formadas e sobre os hábitos dos castores.



Laguna Negra: Para chegar até esta Lagoa há uma caminhada curta de 15. Logo na entrada está o estacionamento para deixar o carro. O caminho pode ser feito em 10 a 15 minutos e é de dificuldade fácil. Está todo marcado e sinalizado.



Como podem ver o Parque Nacional é bem grande e tem vários lugares para ir. Pode-se gastar um dia inteiro nas trilhas e não chegam a conhecer tudo. Muitos turistas escolhem ir com uma agencia e vão aos pontos principais (Lapataia, Lago Roca, Estação de trem e correio do fim do mundo), deixando de fora lugares bem lindos. Uma ótima opção para conhecer o parque é alugar um carro, você poderá ir onde quiser e tomar seu próprio tempo, sai bem mais barato que ir com uma agência, ou ainda tomar o ônibus turístico que sai da rua Maipu, próximo ao porto. Tenha em conta que sao 15 km da entrada do Parque até a Baia Lapataia e as trilhas estão distribuidas ao longo do caminho. Há somente três paradas do ônibus turístico dentro do parque.
Trilhas que ainda não conheci: Senda Pampa Alta, Cerro Guanaco, Cañadon del Toro, Bahia Cucharita e Mina Beatriz, Isla Redonda.